jueves, 25 de julio de 2013

O RE – APRENDER DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS



UNIVERSIDAD TRES DE FEBRERO
MESTRADO EM POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO DA EDUCAÇÃO
MESTRANDA: WESLLANE OLIVEIRA DA ROCHA NEGRÃO
PROFESSORA: ELIANE SCHLEMMER
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO DIGITAL

 O  RE – APRENDER DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS

Tecnologias Digitais poderia até ter ouvido antes, porém hoje tem uma nova significação, muitas vezes ouvimos e vemos coisas sem que atribuamos a elas significado, hoje entendo na prática e entrelaçando alguns conceitos, o que é isso, ou seja, como é sentir e viver essa sensação.  São coisas que não tem um sentido para quem vê ou ouve, mas somente para quem fala. Deve ser isso o que os alunos sentem em alguns momentos na sala de aula, quando o professor aplica um conteúdo, onde somente   ele percebe e atribui importância ao que ensina e o aluno não consegue entender o porquê, deve ficar quieto e aprender algo que para ele, nem faz muito sentido, para tanto não consegue atribuir valor.
A dinâmica do Seminário Educação Digital tem nos proporcionado, atribuir significado ao que estamos aprendendo, é maravilhoso, quando essa conexão acontece, pena que nem todos os alunos de nossas escolas possam sentir esse prazer ao estarem em algumas das aulas que nela são ministradas, mas creio que todos os que a puderam vivenciar essa aprendizagem significativa, irá difundir/dividir/compartilhar e com certeza contagiar todos a seu redor, assim poderemos conectar uma rede de mudanças pequenas, mas de grande significância para a melhoria da educação. O termo “acoplamento”, utilizado por Schlemmer apud Maturana & Varela, é muito interessante, ainda não havia pensando nessa perspectiva a questão da aprendizagem, onde ocorre a interação dos seres vivos com o meio, esse processo pode se dá na educação, quando propiciamos que haja a interação entre aluno/conhecimento/mundo/professor, mas para que isso ocorra, é necessário que ambos os sujeitos do processo de aprendizagem, se adapte ao outro, para que possa ser encaixado perfeitamente, ou seja, é necessário que se permita essa fusão, ressalto nesse processo o papel do professor, que precisa retirar o campo de força que o envolve e muitas vezes impede a fusão, ou melhor, a interação entre as partes. Coloquei em evidencia o papel do professor, por entender que ele ainda se encontra resistente a essa interação, esclareço que, não trato da totalidade, mais de uma grande parte, muitos por ainda não compreender o está acontecendo, e outros por que simplesmente reforçar seu campo de força e resiste a esse novo papel de aprendiz.
Nas aulas de laboratório percebemos que é possível, se realmente desejamos se torna possível fazer a interação das tecnologias digitais com o conteúdo, que deve ser ministrado. Quando passamos a ocupar o lugar de aluno, nos deixa um tanto à vontade, por sentarmos e apenas receber, foi assim na escola, quando a maioria de nós cursávamos o primeiro e segundo grau, e alguns chegaram vivenciar essa situação até mesmo na universidade quiçá, até hoje essa situação possa ainda está se repetindo. Mas a professora logo cuidou para que, em nenhum momento nos sentissem apenas meros receptores, fez com que nos tornássemos parte do processo, e como responsáveis pelo estávamos aprendendo e ensinando, tanto com ela como com os colegas, sem esquecer a aproximação e apropriação das tecnologias, aprendizagem é isso, a partir do momento que nos sentimos parte, começamos a atribuir significados e nos sentir desafiados a  buscar mais e mais, tenho certeza que jamais esquecerei esses quatros dias, obrigada a Eliane Schlemmer e a todos que compartilharam comigo esses ricos momentos.


.

REFERÊNCIA

SANCHO, Juana María Gil. De TIC a TAC, el difícil trânsito a uma vocal. Universidad de Barcelona. 2008. p. 19 – 30.
SCHELMMER, Eliane. O trabalho do professor e as novas tecnologias. Revista Textual. 2006. p. 34 -42.
https://www.dropbox.com/s/6dma0dmu8uusaxx/FormProfEaD_cap_Eliane.pdf. Acessado em: 24 de julho de 2013 






No hay comentarios:

Publicar un comentario