martes, 30 de julio de 2013

Políticas e Práticas na Formação de Professores a Distância.

O texto de Políticas e práticas na formação de professores a distância: por uma emancipação digital cidadã da Dra. Eliane Schlemmer me deixou literalmente sem fôlego! É um texto bastante esclarecedor, porém, provocante. E, que nos traz muitas interrogações. Eu fiquei pensando em quais os verdadeiros motivos que estão por traz da decisão de ainda não inserir a disciplina que trabalha essas novas tecnologias nos cursos de licenciatura. Porquê deve haver uma motivação em tudo isto. Ou estaria eu, enganada? Outra coisa que fiquei pensando: Que sujeitos esses novos mundos virtuais estão criando? Como interagir com eles? É como nos disse a professora Eliane: “estamos no olho do furacão”. Além dessas preocupações, levo ainda minhas preocupações éticas em relação a essa nova realidade. É... temos muito o que ler, pensar, repensar, aprender .. e principalmente: reaprender!

jueves, 25 de julio de 2013

Por uma formação para a emancipação digital cidadã



Por uma formação para a emancipação digital cidadã


A Educação a distância favorece na transformação do professor, pois durante o processo de formação é necessário que se tenha atitude, seja sujeito no processo de aprendizagem, que se tenha autonomia.

 Esta modalidade de ensino exige que o sujeito construa seu caminho na aprendizagem porque não pode contar com o outro ele depende de si mesmo.

Na EAD o sujeito interage com diversas realidades no espaço digital, estas sendo a interação com pessoas que não se tem contato físico e sim digital, espaços e tempos diferenciados.

Atualmente as Plataformas oferecem espaço de conversação chat, Fórum e outros espaços para trocas onde os sujeitos postam materiais diversos vídeo, imagens, textos, mensagem eletrônica, e ainda uma gama de livros, artigos digitalizados no espaço da Biblioteca, enfim, um universo enorme de informações a serem compartilhadas e construídas com os seus inscritos. Universo esse distinto da sala de aula convencional, presencial em que também não se garante a aprendizagem, pois o educador pode ter uma prática voltada a transmissão de saberes.

Espaços e ambientes também diferentes no mundo digital tais como Plataforma Moodlie, Web, Facebook, skipe, twiter, chat (redes sociais), AVATAR,...Onde compartilhamos pensamentos, fatos cotidianos ou não, interagimos uns com os outros e com os instrumentos oferecidos, podendo existir cooperação e construção de significados.

Se faz necessário que os espaços tenham tecnologia e os gestores, diretores, professores também ofereçam essas tecnologias visando um crescer, uma apropriação desse fazer digital. Inserindo-se e interagindo professor e aluno nesta teia de conhecimento para que possam ser um cidadão digital emancipado.
 
 
O DESAFIO DE PENSAR OS PROCESSOS DE ENSINAR E DE APRENDER QUE SE ESTABELECEM NA SOCIEDADE EM REDE.
 
 
Os programas de formação e de capacitação docente nãõ estão sendo suficientes para responder as necessidades de desenvolvimento das competências vinculadas ao uso responsável e comprometido de TIC no contexto educacional.
 
 
A nova realidade social exige a criação de espaços formativos e de capacitação docente no qual possam desenvolver as competencias necessárias para capacitar os alunos para atuarem ño mundo atual.
 
\não se trata somente de superar a exclusão digital dos professores por meio de inclusaõo digital, mas sim a necessidade de criar sistemas formativos, processo de capacitação participativos que possam contribuir  efetivamente para o desenvolvimento da autonomia cidadã.
 
Fornecer susbsídios técnico didáctico pedagógicos para que os educadores possam emanciparem digitalmente propor prácticas de forma a consistir numa inovação no contexto educacional, propiciando o sujeto, ser um cidadão desse tempo, exercendo autonomia social num espaço dialógico cooperativo como respeito mutuo.
 
Docente desenvolver a capacidade reflexiva constante na e sobre sua práctica pedagógica para que possa instaurar um processo de formação continuada e permanente.
 
As metadologias, practicas e processos de mediação pedagógica precisam estar apoiadas pela reflexaão crítica sobre a relação ensino e aprendizagem.
 
Faz se necessário pensar as polítcas e as prácticas de formação docente em E a D, no âmbito da emancipação digital ciudadã, possibilitando o professor criar metodologias e processos de mediações específicas a natureza dessses meios a fem de possibilitar a innovacão na educação.
 
Fonte
 
Schlemmer, E. Políticas e práticas na formação de professores a distância: por uma emancipação digital cidadã. Programa de Pós-Graduação em Educação - UNISINOS
 

O RE – APRENDER DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS



UNIVERSIDAD TRES DE FEBRERO
MESTRADO EM POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO DA EDUCAÇÃO
MESTRANDA: WESLLANE OLIVEIRA DA ROCHA NEGRÃO
PROFESSORA: ELIANE SCHLEMMER
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO DIGITAL

 O  RE – APRENDER DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS

Tecnologias Digitais poderia até ter ouvido antes, porém hoje tem uma nova significação, muitas vezes ouvimos e vemos coisas sem que atribuamos a elas significado, hoje entendo na prática e entrelaçando alguns conceitos, o que é isso, ou seja, como é sentir e viver essa sensação.  São coisas que não tem um sentido para quem vê ou ouve, mas somente para quem fala. Deve ser isso o que os alunos sentem em alguns momentos na sala de aula, quando o professor aplica um conteúdo, onde somente   ele percebe e atribui importância ao que ensina e o aluno não consegue entender o porquê, deve ficar quieto e aprender algo que para ele, nem faz muito sentido, para tanto não consegue atribuir valor.
A dinâmica do Seminário Educação Digital tem nos proporcionado, atribuir significado ao que estamos aprendendo, é maravilhoso, quando essa conexão acontece, pena que nem todos os alunos de nossas escolas possam sentir esse prazer ao estarem em algumas das aulas que nela são ministradas, mas creio que todos os que a puderam vivenciar essa aprendizagem significativa, irá difundir/dividir/compartilhar e com certeza contagiar todos a seu redor, assim poderemos conectar uma rede de mudanças pequenas, mas de grande significância para a melhoria da educação. O termo “acoplamento”, utilizado por Schlemmer apud Maturana & Varela, é muito interessante, ainda não havia pensando nessa perspectiva a questão da aprendizagem, onde ocorre a interação dos seres vivos com o meio, esse processo pode se dá na educação, quando propiciamos que haja a interação entre aluno/conhecimento/mundo/professor, mas para que isso ocorra, é necessário que ambos os sujeitos do processo de aprendizagem, se adapte ao outro, para que possa ser encaixado perfeitamente, ou seja, é necessário que se permita essa fusão, ressalto nesse processo o papel do professor, que precisa retirar o campo de força que o envolve e muitas vezes impede a fusão, ou melhor, a interação entre as partes. Coloquei em evidencia o papel do professor, por entender que ele ainda se encontra resistente a essa interação, esclareço que, não trato da totalidade, mais de uma grande parte, muitos por ainda não compreender o está acontecendo, e outros por que simplesmente reforçar seu campo de força e resiste a esse novo papel de aprendiz.
Nas aulas de laboratório percebemos que é possível, se realmente desejamos se torna possível fazer a interação das tecnologias digitais com o conteúdo, que deve ser ministrado. Quando passamos a ocupar o lugar de aluno, nos deixa um tanto à vontade, por sentarmos e apenas receber, foi assim na escola, quando a maioria de nós cursávamos o primeiro e segundo grau, e alguns chegaram vivenciar essa situação até mesmo na universidade quiçá, até hoje essa situação possa ainda está se repetindo. Mas a professora logo cuidou para que, em nenhum momento nos sentissem apenas meros receptores, fez com que nos tornássemos parte do processo, e como responsáveis pelo estávamos aprendendo e ensinando, tanto com ela como com os colegas, sem esquecer a aproximação e apropriação das tecnologias, aprendizagem é isso, a partir do momento que nos sentimos parte, começamos a atribuir significados e nos sentir desafiados a  buscar mais e mais, tenho certeza que jamais esquecerei esses quatros dias, obrigada a Eliane Schlemmer e a todos que compartilharam comigo esses ricos momentos.


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REFERÊNCIA

SANCHO, Juana María Gil. De TIC a TAC, el difícil trânsito a uma vocal. Universidad de Barcelona. 2008. p. 19 – 30.
SCHELMMER, Eliane. O trabalho do professor e as novas tecnologias. Revista Textual. 2006. p. 34 -42.
https://www.dropbox.com/s/6dma0dmu8uusaxx/FormProfEaD_cap_Eliane.pdf. Acessado em: 24 de julho de 2013 






As TDs no contexto da gestão pública no Brasil - parte 2




Carlos Eduardo Sanches

Continuando a reflexão inicial  . . . . . . o artigo “Políticas e práticas na formação de professores a distância: por uma emancipação digital cidadã” da professora Eliane Schlemmer desestrutura os conceitos e a normatização das modalidades de oferta da educação no Brasil. Ainda, provoca um repensar sobre o marco conceitual que estrutura a construção e implementação das políticas públicas na educação, bem como a sua regulação e normatização, quando o tema aborda as tecnologias digitais.
Refleti sobre a visão míope que ainda impera quando a discussão está atrelada a importância da modalidade: presencial ou à distância. Com freqüência, no Conselho Estadual de Educação no Paraná, temos nos deparado com processos de autorização de funcionamento, reconhecimento e credenciamento de instituições de ensino que buscam “a oferta da educação à distância”, principalmente na modalidade de EJA e na etapa do ensino médio. Neste momento, estou convencido de que todas as discussões travadas estão equivocadas. O foco central é outro, afinal os estudantes estarão presentes e o mais importante neste momento é acompanhar e verificar o processo de construção desta oferta, de que forma todos os atores (professor, docente, tutor) estão envolvidos e qual o papel de cada um deles, as metodologias utilizadas para favorecer a aprendizagem dos alunos, entre outros.  
A expansão da chamada “educação à distância” e sua consequente velocidade não permitem mais criar redutos dos que são a favor ou contra. Até porque, no Brasil real, o volume de professores para atuar na educação básica pública deverá crescer quase 20% para atender às demandas de expansão previstas na Emenda Constitucional 59/09¹ e propostas no projeto de lei do Plano Nacional de Educação², que tramita no Congresso Nacional. Não seria lógico imaginar a formação inicial de aproximadamente 400 mil novos professores sem o uso das tecnologias digitais. E depois, garantir a cada um deles, a formação continuada.


¹Emenda Constitucional 59/09 – aprovada em 2009 determina a obrigatoriedade de matrícula para todas as crianças de 4 até o jovens de 17 anos de idade, a partir de 2016
²Projeto de Lei PLC 103/2012 – em trâmite no Senado da República e institui o novo Plano Nacional de Educação com vigência de 10 anos  

PARALELO ENTRE AS TDs DISTICUTIDAS E UTILIZADAS DURANTE AS AULAS PROFESSORA DRA. ELIANE SCHLEMMER



PARALELO ENTRE AS TDs DISTICUTIDAS E UTILIZADAS DURANTE AS AULAS
PROFESSORA DRA. ELIANE SCHLEMMER
O texto se inicia com vários questionamento sobre a formação de professores em cursos oferecidos através da EaD  e as políticas educacionais que norteiam este tipo de formação. Mostra as características e os desafios da docência na atualidade e apresenta um documento da UNESCO de 2009, que mostra os padrões de competência em TICs para professores bem como seus objetivos. Apresenta ainda os vários programas desenvolvidos pelo governo brasileiro no sentido de fomentar o desenvolvimento da TD na educação brasileira, desde o aporte para professores aos subsídios para as escolas e alunos e com isso compreendemos o enorme esforço para que os docentes cheguem à escola mais preparados para desenvolver essas tecnologias.
A autora aborda a questão da Educação à distância que é vista por muitos como um espaço não presencial, mas que de acordo com Schlemmer (textos e aula da semana), há sim a possibilidade de dizermos que esse tipo de educação é presencial, não com a presença física, mas com a interação entre os integrantes do grupo através dos chats, bate-papos, fóruns e muitas outras formas de interação.
Conhecemos a expansão da EaD no Brasil e sua importância para a formação docente, em especial em nosso país que tem dimensões continentais e que onde não havia a menor possibilidade de se ter fisicamente uma universidade, isso concretizou-se através da EaD, contribuindo assim para a melhoria da educação no Brasil.
Através da disciplina eu, particularmente conheci muitas outras formas de interação através da TD, como por exemplo, as tecnologias da WEB 3D como Active Worrld, Secon Life, Open Simulator, Wonderland, dentre outros (Schlemmer).
            Eu sempre defendi que na escola temos que aproveitar o pouco que temos e fazer o que temos pra fazer, não que esteja feliz e conformada com o pouco, mas necessitamos aproveitar o que sabemos, mesmo que seja pouco, pois nossa formação não nos permitiu aprofundar em TD, e juntarmos ao que nossos alunos trazem e fazermos disso uma escola melhor. O texto tem tudo a ver com o que foi discutido em sala durante a semana e desenvolvido na prática no laboratório e também é um nítido retrato da realidade educacional brasileira, mas com um diferencial, mostra e desmistifica o preconceito que muitos tem sobre a EaD e sua importância.

BIBLIOGRAFIA

SCHLEMMER, E. Políticas e Práticas na formação de professores a distância: por uma emancipação digital cidadã.